
O crescimento do short stay na Luggo não é fruto de uma moda passageira ou de uma aposta intuitiva. Ele é resultado de um cenário claro: dados, comportamento do consumidor e estratégia de negócio caminham juntos.
A pesquisa O Viajante Brasileiro, realizada pelo Globo Gente, mostra, com números consistentes, que viajar deixou de ser um evento pontual e se tornou um hábito recorrente, integrado à rotina das pessoas. Mais do que isso, revela como, por que e por quanto tempo o brasileiro viaja — e essas respostas ajudam a entender por que o modelo de short stay cresce de forma acelerada.
- 96% dos brasileiros pretendem viajar nos próximos 12 meses
- 58% planejam viagens curtas
- 72% evitam destinos lotados
- 52% buscam experiências mais autênticas do que hotéis tradicionais oferecem
Esses números não sinalizam o futuro. Eles descrevem o presente.
E o presente do turismo brasileiro favorece, de forma direta, modelos flexíveis, urbanos e orientados à experiência — exatamente o espaço onde o short stay se consolida.
Viajar virou comportamento, não exceção
Durante muito tempo, viajar era encarado como algo raro, planejado com meses de antecedência e concentrado em um único período do ano. Esse padrão mudou.
Hoje, 56% dos brasileiros costumam viajar ao menos uma vez por ano, e o fazem, em média, em quatro momentos diferentes ao longo do ano. Feriados prolongados, fins de semana estratégicos, eventos culturais, shows, compromissos familiares ou profissionais passaram a compor a agenda de viagens.
Esse comportamento fragmentado muda completamente a lógica do turismo:
- menos viagens longas,
- mais deslocamentos curtos,
- menos permanência,
- mais frequência.
Quando viajar se torna parte da rotina, o viajante passa a buscar praticidade, controle de custos e conforto funcional, e não necessariamente luxo ou serviços padronizados.
O short stay nasce exatamente dessa mudança.
A ascensão das viagens curtas e urbanas
O dado é claro: 58% dos brasileiros pretendem fazer viagens curtas nos próximos 12 meses. Esse número, isolado, já explica parte relevante da transformação no mercado de hospedagem.
Viagens curtas exigem outro tipo de solução. O viajante não quer:
- processos longos de check-in,
- serviços que não serão utilizados,
- custos que não fazem sentido para poucos dias.
Ele quer:
- entrar e sair com facilidade,
- espaço para trabalhar, descansar e se deslocar,
- localização que reduza tempo perdido,
- sensação de estar vivendo a cidade, não apenas dormindo nela.

Destinos urbanos como Belo Horizonte e Rio de Janeiro concentram esse perfil de viagem. São cidades que recebem turistas por múltiplos motivos:
- eventos corporativos,
- shows e festivais,
- visitas a familiares,
- compromissos médicos,
- turismo gastronômico,
- escapadas de fim de semana.
Esse fluxo constante e diversificado favorece um modelo de hospedagem que seja flexível, escalável e alinhado ao uso real da cidade.
Custo-benefício é prioridade — e o viajante faz contas
Outro ponto central da pesquisa é a forma como o brasileiro decide viajar.
O preço não é apenas relevante: ele é determinante.
- 71% escolhem o destino com base no custo total da viagem
- 76% comparam preços antes de reservar
- 71% esperam promoções antes de fechar passagens ou hospedagem
Mas custo-benefício não significa buscar a opção mais barata. Significa buscar mais valor pelo dinheiro investido.
É por isso que as hospedagens alternativas já ocupam um espaço sólido no imaginário do consumidor:
- 59% afirmam economizar ao optar por acomodações fora da rede hoteleira tradicional
- 53% valorizam mais espaço e privacidade
- 52% associam essas opções a experiências mais autênticas
O short stay une o que antes parecia oposto:
✅ custo competitivo
✅ estrutura profissional
✅ padrão de qualidade
✅ liberdade e autonomia
Esse equilíbrio é um dos grandes motores do crescimento do modelo.
Menos turismo de massa, mais experiência personalizada
Outro comportamento que impacta diretamente o setor é a busca por tranquilidade.
Com 72% dos viajantes evitando destinos muito lotados, cresce a valorização de:
- boa localização,
- mobilidade urbana,
- experiências locais,
- controle do próprio ritmo.
O viajante quer decidir:
- onde comer,
- quando sair,
- como aproveitar o tempo.
O short stay oferece essa liberdade de forma natural. Em vez de horários rígidos e serviços padronizados, o hóspede ganha autonomia, sem abrir mão de conforto, segurança e previsibilidade.
Autenticidade como valor central
Mais da metade dos brasileiros afirma buscar experiências mais autênticas do que aquelas oferecidas por hotéis tradicionais. Essa busca não está ligada apenas à estética, mas à forma de viver o destino.
O viajante quer:
- cozinhar se quiser,
- receber visitas,
- trabalhar remotamente,
- circular pelo bairro,
- consumir como um morador local.
Isso se conecta diretamente a outro dado relevante: a gastronomia.
66% dizem que a culinária local influencia na escolha do destino, e 45% já escolheram uma viagem pensando em experiências gastronômicas.
Hospedar-se em um apartamento, integrado à dinâmica urbana, facilita esse tipo de vivência.
O turismo como ferramenta de bem-estar
Além do lazer, o turismo passou a ocupar um papel importante na saúde mental.
Em um contexto de excesso de estímulos, estresse e hiperconectividade, viajar se tornou uma forma legítima de desconexão e recarga emocional.
- 90% dos brasileiros acreditam que viajar ajuda a lidar com o estresse
- 77% viajaram ou pretendem viajar em feriados prolongados
Esse comportamento impulsiona o que se chama de economia do escapismo, um mercado global trilionário, onde as pessoas buscam pequenas pausas com propósito.
O short stay se encaixa perfeitamente nesse conceito: ele permite fugas rápidas, acessíveis e práticas, sem a complexidade de uma grande viagem.
Viagem nacional segue dominante
Mesmo com o desejo de conhecer outros países, a realidade mostra que:
- 80% dos brasileiros pretendem fazer viagens nacionais
- apenas 16% planejam viagens exclusivamente internacionais
Os principais motivadores das viagens dentro do Brasil são:
- custo mais baixo,
- facilidade de deslocamento,
- flexibilidade de tempo,
- visitas a amigos e familiares.
Além disso, 74% afirmam preferir destinos nacionais pela facilidade de acesso e 76% consideram mais simples organizar uma viagem dentro do país.
Esse cenário fortalece modelos urbanos, posicionados em cidades com fluxo contínuo — exatamente o perfil do short stay da Luggo.
Por que o short stay é um dos modelos mais inteligentes do mercado

Ao analisar todos esses dados em conjunto, fica claro que o short stay cresce porque responde a quatro grandes mudanças estruturais do turismo brasileiro:
- Mais viagens, menos duração
- Foco em custo-benefício real
- Busca por autenticidade e autonomia
- Preferência por destinos urbanos e nacionais
Não se trata de substituir hotéis, mas de ocupar um espaço legítimo e crescente, onde o viajante busca flexibilidade sem abrir mão de qualidade.
Na Luggo, o short stay avança porque:
- está integrado à lógica da cidade,
- é pensado para diferentes perfis de viajantes,
- entrega padrão, conforto e localização,
- acompanha o comportamento real do consumidor.
Conclusão
Os dados são consistentes e convergentes.
O turismo no Brasil está cada vez mais:
- frequente,
- nacional,
- urbano,
- de curta duração,
- orientado à experiência.
O short stay não surge como resposta futura, mas como solução atual para um novo padrão de consumo.
E o crescimento do short stay na Luggo demonstra exatamente isso: quando estratégia e comportamento caminham juntos, o resultado aparece.
Conheça o Short Stay da Luggo: reservas.luggo.com.br
